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“Consegui 100% de conciliações usando uma técnica terapêutica alemã”, afirma juiz baiano

Como o juiz Sami Storch conseguiu transformar seu interesse pessoal no método da constelação familiar para conseguir mais acordos na Vara da Família em Castro Alves, na Bahia

“’Você me fez ser mãe/pai, e por isso é importante pra mim’; ‘que pena que não deu certo’; ‘foi difícil pra mim, e reconheço que você também teve dificuldades’. São frases assim, parte de uma técnica terapêutica alemã, que eu utilizo para conciliar conflitos no tribunal.

Tudo começou quando eu ainda advogava na área cível, com direito do consumidor, e repelia a área de família justamente por não acreditar na forma como ela tradicionalmente é tratada: com advogados tomando partido de seus clientes e querendo ganhar o processo em detrimento da outra parte. Os profissionais geram um agravamento do conflito e efeito dilacerante nos filhos, que se identificam com os pais e se sentem atacados também.

Um dia, fui a um workshop de constelação em São Paulo, onde morava, em busca de autoconhecimento para resolver um problema pessoal e me apaixonei pela técnica. Comecei a estudar, ler os livros do criador da terapia, o alemão Bert Hellinger. Fiz uma formação em coaching sistêmico (orientação empresarial com base na teoria de Hellinger), depois de constelações familiares (técnica terapêutica de Hellinger) e continuo estudando até hoje.

Segundo Hellinger, a família é um sistema que afeta diretamente cada membro. Um trauma, um fato grave – como mortes, doenças graves, crimes, abortos – de um membro pode ter relação com as dificuldades de outro, até de outra geração, que se identifica com aquele destino trágico e tende a segui-lo. A ideia das constelações familiares é evidenciar vínculos com o passado familiar e poder superá-los.

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